Inovação

O contexto atual de disrupção aplicada ao mercado e aos negócios oportuniza a criação e instalação da incubadora do NAVE – Núcleo Avançado de Educação Empreendedora, com implementação de metodologia de Aceleração para negócios inovadores, no IFPI – Campus Picos.

Desenvolvimento de produtos;

  • Processos de Propriedade Intelectual
  • Desenvolvimento de Spinoff
  • Captação e Pesquisa em Spinoffs
  • Parceria com Incubadoras e Pesquisadores

Segundo Puhlmann (2009), toda atividade intelectual científica ou tecnológica possui potencial de gerar conhecimentos, que podem implicar em inovações tecnológicas passíveis de proteção por meio da legislação da propriedade intelectual.

A propriedade Intelectual é regida por leis complementares, a Lei da Inovação (nº 13.243, de 11 de Janeiro de 2016) e os respectivos incentivos fiscais na Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005.

No caso específico deste projeto, a Incubadora do NAVE, desenvolverá seu Regimento Interno de Propriedade Intelectual.

Neste Regimento deverá constar direcionamentos sobre a Gestão da Incubadora, do Uso da Infraestrutura, dos Editais, dos Contratos e dos arcabouços técnicos, científicos e legais de Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia segundo os seguintes instrumentos:

  • Resolução Nº 19 de 08 de abril de 2014, do IFPI – Instituto Federal do Piauí, que institui as normas para a criação, o reconhecimento e funcionamento das incubadoras, no âmbito da referida instituição. Em tal regimento, a referida Instituição regulamenta sua participação e cotitularidade em projetos desenvolvidos no âmbito de suas dependências, incluindo a participação de discentes, docentes, governo e empreendedores da iniciativa privada que, por meio de contratos e convênios geridos pela FADEX, fundação de apoio, definem suas participações nas tecnologias e negócios incubados;
  • Seguir o processo de implantação do modelo Cerne/ANPROTEC que busca a melhoria na transparência e na padronização dos processos, ampliação da quantidade e da qualidade dos empreendimentos, aumentando sua taxa de sucesso, assim como a qualificação da equipe de gestão, cujo objetivo é sistematizar o processo de implantação do Cerne/ANPROTEC.
  • A lei 13.243, de 11 de Janeiro de 2016 que dispõe sobre estímulos ao desenvolvimento científico, à pesquisa, à capacitação científica e tecnológica e à inovação e altera a Lei nº 10.973, de 2 de dezembro de 2004, a Lei nº 6.815, de 19 de agosto de 1980, a Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, a Lei nº 12.462, de 4 de agosto de 2011, a Lei nº 8.745, de 9 de dezembro de 1993, a Lei nº 8.958, de 20 de dezembro de 1994, a Lei nº 8.010, de 29 de março de 1990, a Lei nº 8.032, de 12 de abril de 1990, e a Lei nº 12.772, de 28 de dezembro de 2012, nos termos da Emenda Constitucional nº 85, de 26 de fevereiro de 2015.
  • O método TIRA, baseado na experiência adquirida pelos seus autores (André Luiz Carneiro de Araújo, Tecia Vieira Carvalho, Cristina M. Quintella, Gesil Sampaio Amarante Segundo e Suzana Russo)  na execução de processos diversos de transferência de tecnologia. Se baseia basicamente em três princípios, a saber: De que forma a tecnologia será inserida no mercado; Quem será o beneficiado e; Quais as percepção de valores que cada uma das partes envolvidas no processo observa. O nome vem então da sigla em inglês Technology, Insertion, Recipiente, Appreciation,